quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Existe melhor sentimento do que satisfazer uma necessidade do outro?

Eu fiquei impressionada (pra variar) quando eu li no livro do Marshall (o outro, o da resolução de conflitos pelo método da comunicação não violenta) a resposta sempre unânime obtida por ele a uma pergunta que sempre faz no início dos seus seminários (espero que a minha memória aqui não me traia). Primeiro ele pede para que nós nos lembremos de uma ocasião em que fizemos/demos algo a alguém (sem querer nada em troca, sem nenhum outro objetivo senão o de dar) que "fez bem" a essa pessoa; depois a gente deve se lembrar do que sentimos naquela ocasião. E a pergunta: tem sentimento melhor do que esse? Do que esse sentimento de satisfazer uma necessidade do outro? E a resposta é sempre não. Esse foi o melhor, o mais agradável sentimento já sentido.

Bem, eu pensei muito a respeito, mas por mais que pense, não consigo chegar a uma conclusão adequada. Vejam bem, eu não tenho a MENOR dúvida de que esse é um sentimento maravilhoso. Eu mesma ADORO senti-lo, MAS como é que a gente pode saber se é o melhor? Existe uma escala para medir sentimentos? E mais, existe uma hierarquia deles?

Quando eu recebo algo assim de modo despretensioso, eu também me sinto ÓTIMA! Se o sentimento de dar é maior do que o de receber?... não sei. Mas existe uma conexão entre os dois. Acho que não só a qualidade do sentimento grandioso é a mesma, mas há algo na atitude de quem dá e de quem recebe que se parece. Para mim, essa semelhança está nas circunstâncias envolvidas. Eu me explico melhor, tanto em um caso como no outro há uma aura de verdade, de sinceridade, de desprendimento, enfim de amor...

Talvez seja isso então: o amor liga tudo. O amor despretensioso, honesto, sem expectativas, sem pedidos, compromissos, contratos, sem símbolos, sem nada, simplesmente puro. E ele é possível?

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Song (letra da música song, 1978) de Ruth Bebermeyer

I never feel more given to
than when you take from me -
when you understand the joy I feel
giving to you.
And you know my giving isn't done
to put you in my debt,
but because I want to live the love
I feel for you.
To receive with grace
may be the greatest giving.
There's no way I can separate
the two.
When you give to me,
I give you my receiving.
When you take from me,
I feel so given to.

(Letra da música 'Song' de Ruth Bebermeyer tirada do livro do Marshall, Nonviolent Communication).

Eu queria colocar essa música como introdução da discussão 'dar ao outro', 'satisfazer as necessidades do outro' e também como reflexão para compreensão mais profunda possível do seu significado. (Amanhã mais).

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Resumo do conceito de cnv

Comunicação não violenta também é conhecida como “compassionate communication” (comunicação interessada/ simpática-empática /compreensiva – eu acho muito difícil traduzir essa expressão de forma adequada, talvez alguém tenha uma idéia melhor?). Ela descreve todas as ações humanas como sendo motivadas pela tentativa de preencher determinadas necessidades humanas. Em atendendo essas necessidades, no entanto, aquele que se comunica sem violência procura evitar utilizar/manipular sentimentos de medo, vergonha, coerção, manipulação, culpa ou ameaça. Quando buscamos nos comunicacar através desse “método”, nós procuramos satisfazer nossas necessidades enquanto também buscamos satisfazer necessidades de outros. A comunicação não violenta evita utilizar julgamentos de bom/ruim, certo/errado, pois procura focar na expressão verdadeira (honesta) dos sentimentos e necessidades, e para isso não são necessários críticas e julgamentos.


Vamos explorar isso o tópico em negrito a partir de amanhã.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

A idéia da não violência

A primeira vez em que eu ouvi falar do conceito da Comunicação Não-Violenta (CNV) foi através de um livro que a minha sogra me emprestou: a solução de conflitos pela método da comunicação não violenta do Marshall (entrevistado por uma jornalista alemã). Mas eu acho que já escrevi isso aqui, não?

A idéia básica da comunicação não violenta (ou cnv) é: sempre que nos comunicamos estamos buscando suprir alguma necessidade. A forma na qual o fazemos depende de quanto estamos cientes do motivo (a tal necessidade) de o estarmos fazendo. O Marshall chama o oposto da comunicação não-violenta no seu livro não de "comunicação violenta", e sim de "comunicação alienante da vida". É alienante porque não diz a nossa necessidade, que continua estranha para nós. Nesta concepção, as formas de "comunicação alienante" não são apenas formas agressivas de expressão, mas também as que usamos, por exemplo, para culpar (não importa a quem), para manipular, por exemplo tentando causar sentimentos de piedade, ou até mesmo elogiar (e essa afirmação ainda vai dar pano pra manga). Já um sinônimo usado por ele para a comunicação não-violenta é "comunicação empática". Mas o que é empatia?
.
Vamos trabalhar aqui a partir da semana que vem capítulo por capítulo do livro principal do Marshall sobre a comunicação não violenta. O intuito é o de compreender, o de gerar a discussão, o de trocar.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Mais do que palavras

More than words

Mais do que palavras

Saying I love you
Is not
the words I want to hear from
Its
you not that I want you
Not to say, but if you only knew
How easy it would be to show me how you feel
More than words is all you have to do to make it real


Then you wouldn’t have to say that you love me
Cos Id already know

What would you do if my heart was torn in two

More than words to show you feel
That your
love for me is real


What would you say if I took those words away
Then you
couldn’t make things new
Just by saying I love you

More than words

Now Ive tried to talk to you and make you understand
All you
have to do is close your eyes
And just reach out your hands and touch me
Hold me close don’t ever let me go

More than words is all I ever needed you to show


Then you
wouldn’t have to say that you love me
Cos Id already know

What would you do if my heart was torn in two

More than words to show you feel
That your love for me is real
What would you say if I took those words away
Then you couldnt make things new
Just by saying I love you

More than words

Dizendo eu te amoNão são as palavras que eu quero ouvir de você
Não
é que eu não queira que você as diga, mas se você somente soubesse
Como seria
fácil me mostrar como você se sente
Mais do que palavras é tudo que você tem que fazer para tornar esse amor real
Então você não teria que me dizer que você me
ama
Pois eu já saberia

O que você faria se meu coração
fosse rasgado em dois
Mais do que palavras para mostrar que você
Que seu amor para
sente mim é real

O que você diria se eu removesse aquelas palavras
Então você não poderia renovas as coisas

Apenas dizendo eu te amo

Mais do que palavras
Agora eu tentei falar-lhe e fazer-lhe compreender que
Tudo que você tem que fazer é fechar seus olhos
E estender suas mãos

e me tocar
Mantenha-me próximo nunca me
Mais do que
deixe ir palavras é tudo que euprecisava que você mostrasse

Então você não teria que dizer que você me ama
Pois eu já saberia


O que você faria se meu coração fosse rasgado em dois
Mais do que palavras para mostrar que você sente
Que seu amor para mim é real

O que você diria se eu removesse aquelas palavras
Então você não poderia
renovas as coisas
Apenas dizendo eu

te amo

Mais do que palavras


Mais do que palavras... sim, é necessário mais do que palavras para expressar um sentimento. Seja como for, é necessário mais do que apenas dizer eu te amo para demonstrar o seu amor por alguém. Eu costumo dizer: o amor não é uma idéia, é uma vivência. Se não se vive o amor, ele não existe. Não importa o quanto o outro queira lhe convencer do seu amor por você.


Eu fiquei surpresa e satisfeitíssima ao ler no livro do Marshall (o ‘solucionando conflitos através da comunicação não violenta’ em alemão) que ele procura dizer o seu amor com mais palavras do que somente eu te amo.


Quero dizer, ele procura demonstrar pro outro o seu amor, bem como comunicá-lo, porém não somente com fórmulas feitas como ‘eu te amo’.


Eu também penso assim. Aliás, eu acho inclusive que não se ama estaticamente. Ou seja, o amor é uma sensação, ele é fluido, passa, volta, modifica-se. Eu não amo a Nina 24 horas por dia. Mesmo porque tem horas que eu não estou pensando nela, conectada com ela. Além disso, obviamente, tem horas que eu me aborreço e o sentimento então é outro.



Enfim, é preciso mais do que palavras para se demonstrar um sentimento e mesmo as palavras precisam ser medidas, ser sinceras. Se o automatismo tomar conta da relação, a gente não vai poder mais tarde se lamentar de ‘a onde a relação foi parar’...


Sinceridade é preciso, e para isso coragem!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

A necessidade de significado

Uma das necessidades do ser humano sem dúvida é a necessidade de significado. A busca pelo porquê de tudo; o motivo, a razão de continuar sendo todos os dias. Com certeza nem todo mundo tem essa necessidade, ou pelo menos não a define desta forma. Eu tenho amigos que dizem que viver não faz sentido. Ou talvez melhor dizendo, não há um sentido final nas coisas, para a vida, etc. Nós vivemos e pronto. Eles não conseguem compreender a busca pelo sentido das coisas. Eles vivem cada dia de cada vez, um dia após o outro. Mesmo assim, a necessidade de dar um sentido a vida parece vencer e dominar a maioria.

Uma citação interessante de um livro que eu estou lendo: "To be spiritual need not mean a life of asceticism and denial. Here, as in every part of spiritual life, what is needed is balance, in this case a balance between our own immediate pleasures and the equally powerful pleasure we get at being able to satisfy the needs of others and at being needed by others and by the universe itself. A spiritual life can be the source of great pleasure, fun, and play." pag. 28 em Spirit matters (veja abaixo).

Como conseguir esse equilibrio é que me parece a questão chave...

2 dicas de livro sobre significado, não estão em português, mas pelo autor de repente vocês acham uma tradução:

Der Sinn des Lebens - coletânia de autores, editora DTV (em alemão)
Spirit matters - Michael Lerner (em inglês)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Conferência sobre violência nas escolas públicas

Essa é a 4a conferência nesta matéria que estará sendo realizada em nível mundial. Organizada pelo Instituto de Apoio a Criança em cooperação com a Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, a conferência será realizada este ano em Lisboa de 23 a 25 de junho. Os organizadores divulgam que "Estes encontros tornaram-se num ponto de encontro essencial para todos os que se interessam pelo fenómeno da violência".

Informações práticas:
- As línguas utilizadas na conferência serão o português, o inglês e o francês.
- O custo para profissional é de 220 euros pagos até o dia 14 de abril. A partir dessa data o preço sobe. Estudantes pagam até esta data 100 euros.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Words are Windows (or They're Walls)

I feel so sentenced by your words,
I feel so judged and sent away,

Before I go I've got to know

Is that what you mean to say?

Before I rise to my defense,

Before I speak in hurt or fear,
Before I build that wall of words,

Tell me, did I really hear?

Words are windows, or they're walls,

They sentence us, or set us free.
When I speak and when I hear,

Let the love light shine through me.

There are things I need to say,

Things that mean so much to me,

If my words don't make me clear,

Will you help me to be free?

If I seemed to put you down,
If you felt I didn't care,
Try to listen through my words

To the feelings that we share.


Ruth Bebermeyer

(poema publicado no livro do Marshall - Nonviolent communication, a language of life - logo antes do primeiro capítulo).



Minha tradução livre:


Palavras são janelas ou são paredes

Eu me sinto sentenciada pelas suas palavras,
Eu me sinto julgada e mandada embora,
Antes que eu vá eu preciso saber
É isso que voce queria dizer?

Antes que eu faça a minha defesa,
Antes que eu fale machucada ou amedrontada,

Antes que eu levante uma parede de palavras,
Diga-me, eu realmente ouvi?
Palavras são janelas ou são paredes,

Elas nos sentenciam ou nos deixam livres.

Quando eu falo e quando eu escuto,

Deixe que a luz do amor me atravesse.

Há coisas que eu preciso dizer,

Coisas que são tão importantes para mim,

Se minhas palavras não me fazem clara,

Você me ajudará a ser livre?

Se eu pareci lhe colocar pra baixo,

Se você sentiu que eu não liguei,
Tente ouvir minhas por minhas palavras

Os sentimentos que nós dividimos.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

A História da Não Violência - Parte 5/5

A História da Não Violência - Parte 4/5


Eu não conhecia o trabalho de Silo e a wikipedia me ajudou pouco. Só tem escrito isso lá: Silo (Mário Luis Rodriguez Cobos) nasceu na Argentina em 1938. Autor de vários livros, recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Academia de Ciências da Rússia. Reside em Mendoza, Argentina, em um vilarejo próximo à sua cidade natal, com a esposa e os dois filhos.

Sobre o movimento humanista por ele criado também há pouco na wikipedia, mas encontrei algo como "a mensagem de silo", que pode ser encontrada aqui. "Trate os outros como você gostaria de ser tratado" é a base do seu trabalho. Lembra muito: "ame o seu próximo como a si mesmo". Se bem que a primeira frase pressupõe que a pessoa queira se tratar com respeito e amor; enquanto a segunda impõe que a pessa se ame, quase numa lógica: é preciso amar a si próprio para poder amar o próximo.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

A História da Não Violência - Parte 3/5


Não obstante o Dr. Martin Luther King ter sido pastor (o não obstante aqui vai somente como salvaguarda da posição também não violenta e de busca por justiça social da parte de ateus e agnósticos. Outro dia eu li uma discussão no youtube que me levou a querer escrever esse parêntesis. Algumas pessoas religiosas querendo fazer crer que ateus e/ou agnósticos são a peste do mundo, o motivo da violência que há, etc...), ele foi um ativista político. Aliás, um dos mais importantes da história mundial. Tendo como pano de fundo a segregação racial estadunidense dos anos 50, ele lutou pela igualdade dos direitos civis de negros e mulheres através de uma campanha de não violência e de amor ao próximo.

Aqueles que querem ter uma idéia da extensão do seu discurso revolucionário não podem perder a leitura de "Warriors don't cry", de Melba Patillo Beals. Essa então jovem negra americana participa do programa de integração das escolas americanas, até então segregadas. É um importante livro, um exemplo de como sobreviver num meio mais do que hostil sem reagir com violência. Quando eu li esse livro eu me lembrei muito da minha vó Mirinha, que sempre nos disse: violência gera violência. Eu me senti recomfortada em saber que outra vó, em outros tempos, do outro lado do mundo tenha dito a mesma coisa numa situação tão mais difícil e violenta do que qualquer uma que eu já tenha vivido.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

A História da Não Violência - Parte 2/5


Gandhi compreendia a violência não somente como violência física. Ele também comprendia a violência como violência passiva, o tipo de violência emocional, mais insidioso. A violência física é que atiça o fogo da violência física, gerando, entre outras coisas, desejo de vingança nos que a sofrem. Para acabar com a violência física é preciso acabar com a violência passiva, diga-se de passagem, uma forma de violência muito mais sutil, nem sempre reconhecida como tal pela maioria das pessoas.

"Cada um tem que ser a mudança que deseja no mundo, se quer que o mundo mude um dia". Não devemos esperar que o outro mude primeiro, pois o risco é muito alto, pode ser que ele não mude nunca.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

A História da Não Violência - Parte 1/5


O vídeo procura demonstrar (para iniciantes) como personalidades históricas como Martin Luther King e Ghandi praticaram a não violência como forma de transformação social. Formam uma série de 5 vídeos no total.

A não-violência refere-se a uma série de conceitos, entre eles conceitos como moralidade, poder e conflitos que rejeitam o uso da força quando da busca de efetivação de objetivos sociais, econômicos e/ou políticos.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Menininha de 8 anos fala sobre religião


O vídeo é interessante, mas bastante limitado. Colocar toda a culpa da violência no mundo na religião é, além de errado, perigoso.


Mas, pelo menos a mensagem final é apreciável. Sim, é preciso mais empatia com as crianças.


Crianças precisam ser tratadas com respeito, como você trataria um adulto, você deve tratar uma criança. Elas não são seres inferiores, apenas seres em desenvolvimento (e, aliás, esse desenvolvimento nunca acaba).


E sim, video games violentos, televisão demais, principalmente (mas não somente) programas violentos, ajudam consideravelmente no crescimento da violência entre os jovens. Existem estudos suficientes demonstrando isso. É so goolgar que você acha algo a respeito.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Recomendações para evitar a ansiedade e o stress

Pesquisando na internet eu achei essas recomendações para evitar a Ansiedade e o Stress. Trata-se da tese de um pensador russo chamado Guerdjef. É bastante interessante e tudo haver com os sentido da comunicação não violenta.

1 - Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.

2 - Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.

3 - Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.

4 - Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.

5 - Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo habitual, por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.

6 - Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos!!!

7 - Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.

8 - Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes!!!

9 - Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.

10 - Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.

11 - Família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade!!!

12 - Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso e trava do movimento e da busca.
13 - É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de 1000 quilômetros. Não adianta estar mais longe.

14 - Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.

15 - Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento!!!

16 - Competir no fazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo… para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.

17 - A rigidez é boa na pedra, não no ser Humano. A ele cabe a Firmeza!!!

18 - Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.

19 - Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a Intuição, a Inocência e a Fé em DEUS!!!

20 - Entenda, de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: Você é Humano!!! E possui Sentimentos!!! Não se Sobrecarregue!!! Cuide-se Primeiramente!!! Pra Depois Cuidar dos Outros!!!